Borderline e Dependência de Substâncias: O Caminho para a Liberdade Emocional

Você já sentiu que a única maneira de aliviar a dor era mergulhar em algo que, no fim, só piorava tudo? A combinação entre o transtorno de personalidade borderline e o uso problemático de substâncias pode ser como tentar apagar um incêndio com gasolina. Mas e se existisse um jeito de quebrar esse ciclo? Se você está cansado de viver entre extremos — entre a ânsia por alívio e o peso das consequências —, este artigo é para você.

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A Conexão Entre Borderline e o Uso Problemático de Substâncias

O transtorno de personalidade borderline muitas vezes traz uma sensação de vazio tão intensa que qualquer escape parece válido. O uso de substâncias pode, num primeiro momento, amortecer essa dor, mas logo se transforma em uma armadilha. A busca por alívio rápido pode levar a um padrão difícil de romper, onde a substância não só falha em resolver a dor, como também amplia a instabilidade emocional.

Ilustração: Imagine um celular com a bateria sempre no 1%. Você tenta carregá-lo, mas a tomada está com curto-circuito — quanto mais conecta, mais a energia some. Assim funciona a dependência: promete recarregar, mas só acelera o desgaste.


Por Que É Tão Difícil Parar?

  1. Regulação emocional: Substâncias podem parecer um “botão de pausa” para emoções avassaladoras.
  2. Impulsividade: A dificuldade em avaliar consequências a longo prazo leva a decisões imediatistas.
  3. Ciclo vicioso: Quanto mais a substância é usada, mais o cérebro passa a depender dela para funcionar, criando uma espiral de necessidade e culpa.

Como Começar a Mudança

1. Reconheça o Padrão (Sem Julgamento)

Identificar os momentos em que o uso acontece é o primeiro passo. Anote (mentalmente ou no papel):

  • Que emoções surgem antes?
  • Quais situações desencadeiam a busca por substâncias?

2. Substitua, Não Apenas Elimine

Trocar um hábito por outro é mais eficaz que tentar apagá-lo do nada. Experimente:

  • Atividades que exigem foco total (como pintura, música ou exercícios físicos).
  • Técnicas de respiração para momentos de urgência emocional.

3. Peça Apoio — Mas Escolha Bem

Nem todo mundo entende a complexidade do borderline. Procure profissionais ou grupos que não minimizem sua dor, mas também não reforcem comportamentos de risco.


A Jornada Não Precisa Ser Solitária

Você não está condenado a repetir os mesmos padrões. A recuperação é possível, mas raramente é linear. Haverá dias difíceis, e isso não significa fracasso — é parte do processo.

Se você quer ir além, conheça o perfil @meuolharborderline no Instagram e baixe o E-book: Meu Olhar Borderline, um guia detalhado para reconstruir sua relação com as emoções e com você mesmo.

Agradeço por ler até aqui. Cada passo que você dá, por menor que seja, é uma vitória.

Fim!

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